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Fundos imobiliários são embrião promissor no Brasil

Fundos imobiliários são embrião promissor no mercado financeiro do Brasil

A ex­pec­ta­ti­va é que os fun­dos su­pe­rem com fol­ga a Se­lic em 2018

Os fun­dos imo­bi­liá­rios são um ti­po de in­ves­ti­men­to fi­nan­cei­ro em que pes­so­as fí­si­cas ou ju­rí­di­cas apli­cam di­nhei­ro em em­pre­en­di­men­tos imo­bi­liá­rios pa­ra os mais va­ri­a­dos fins, co­mer­cial, mo­ra­dia, lo­ca­ção, la­zer.

O mon­tan­te fi­nan­cei­ro que com­põe o fun­do é ad­mi­nis­tra­do por um ges­tor es­pe­cia­li­za­do, que é quem de­ci­de a com­pra, ven­da e lo­ca­ção dos imó­veis do fun­do.

Aqui no Bra­sil, es­se ti­po de apli­ca­ção es­tá bas­tan­te atre­la­do a em­pre­en­di­men­tos vol­ta­dos pa­ra lo­ca­ção e shop­pings.

O re­tor­no pa­ra o in­ves­ti­dor po­de ser fei­to de du­as for­mas: pa­ga­men­to da ren­ta­bi­li­da­de dos fun­dos ou ven­da das co­tas.

Quanto mais os imóveis ad­qui­ri­dos se va­lo­ri­zam e/ou fi­cam lo­ca­dos, mais os par­ti­ci­pan­tes des­ses fun­dos ga­nham.

Pres­tes a com­ple­tar 25 anos de exis­tên­cia

O mer­ca­do bra­si­lei­ro de fun­dos imo­bi­liá­rios é ain­da em­brio­ná­rio, não só pe­lo pou­co tem­po de exis­tên­cia – nos Es­ta­dos Uni­dos eles exis­tem há 58 anos – mas tam­bém por seu po­ten­ci­al de de­sen­vol­vi­men­to, que aqui ain­da não é ex­plo­ra­do.

E di­go is­so mes­mo di­an­te do cres­cen­te in­te­res­se por es­ses ati­vos nos úl­ti­mos qua­tro anos. 

O IFIX, Ín­di­ce de Fun­dos de In­ves­ti­men­tos Imo­bi­liá­rios, re­gis­trou o mai­or va­lor his­tó­ri­co em fe­ve­rei­ro des­te ano, se­gun­do le­van­ta­men­to da con­sul­to­ria Eco­no­ma­ti­ca, que le­vou em con­si­de­ra­ção a evo­lu­ção da apli­ca­ção des­de 2010. O va­lor de mer­ca­do che­gou a R$ 35 bi­lhões.

Pa­ra es­te ano, o ce­ná­rio pa­ra es­se ati­vo se­gue pro­mis­sor. A des­vin­cu­la­ção en­tre cri­se po­lí­ti­ca e eco­no­mia tem im­pac­ta­do po­si­ti­va­men­te so­bre o pre­ço e a va­cân­cia dos imó­veis, o que de­ve le­var os fun­dos imo­bi­liá­rios ao quar­to ano se­gui­do de va­lo­ri­za­ção.

A apli­ca­ção en­tra na mi­ra dos in­ves­ti­do­res tam­bém em ra­zão do atu­al ce­ná­rio de ju­ros em pa­ta­ma­res mí­ni­mos his­tó­ri­cos. Por­tan­to, é uma boa al­ter­na­ti­va pa­ra quem quer apro­vei­tar a me­lho­ra no se­tor imo­bi­liá­rio e di­ver­si­fi­car in­ves­ti­men­tos.

Bom momento dos Fundos Imobiliários

Os fun­dos imo­bi­liá­rios es­tão se tor­nan­do ca­da vez mais com­pe­ti­ti­vos no Bra­sil, es­pe­ci­al­men­te ago­ra com a Se­lic ao pa­ta­mar his­tó­ri­co de 6,5%. Em 2017, se­gun­do a Bol­sa de Va­lo­res ofi­ci­al do Pa­ís, eles cres­ce­ram 39%. A ex­pec­ta­ti­va é que os fun­dos mais bem ad­mi­nis­tra­dos su­pe­rem com fol­ga a Se­lic em 2018.

Com in­ves­ti­men­tos que po­dem par­tir de R$ 100, os fun­dos imo­bi­liá­rios são me­nos ar­ris­ca­dos que as ações e não são ta­xa­dos pe­lo IR. Ou se­ja, é uma boa al­ter­na­ti­va pa­ra in­ves­ti­do­res con­ser­va­do­res, mo­de­ra­dos e ar­ro­ja­dos.

(Ro­dri­go Mei­rel­les é es­pe­cia­lis­ta em in­ves­ti­men­tos imo­bi­liá­rios)

Fonte: DM / Opinião por Rodrigo Meirelles

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